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Epilepsia na Visão Espírita



Em termos médicos, epilepsia é uma modificação temporária e, por isso, reversível, do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por episódios de febre, uso de drogas ou distúrbios do metabolismo, expressando-se em crises epilépticas repetidas. As causas podem ser variadas, desde uma lesão cerebral em decorrência de uma pancada na cabeça, ou uma infecção cerebral, neurocisticercose, uso exagerado de substâncias alcoólicas ou drogas ou, até mesmo, uma causa ocorrida antes ou durante o parto (https://www.minhavida.com.br/saude/temas/epilepsia).

Seu tratamento é medicamentoso, evitando descargas elétricas anormais no cérebro. Em alguns casos, é necessário o uso de tais medicamentos pela vida toda, e pode ser necessária, também, uma intervenção cirúrgica (https://www.minhavida.com.br/saude/temas/epilepsia).

Em relação às causas espirituais, não é correto dizer que trata-se de uma síndrome mediúnica. De acordo com Manoel Philomeno de Miranda, pelo Médium Divaldo Franco, no Livro Grilhões Partidos, “não desconhecemos que toda enfermidade procede do espírito endividado, sendo a terapêutica espiritista de relevante valia. Porém, convém considerar que, antes de qualquer esforço externo, há que se predispor o paciente à renovação íntima intransferível, ao esclarecimento, à educação espiritual, a fim de que se conscientize das responsabilidades que lhe dizem respeito, dando início ao tratamento que melhor lhe convém, partindo de dentro para fora. Posteriormente, e só então, far-se-á lícito que participe de labores significativos do ministério mediúnico, na qualidade de observador, cooperador e instrumento, se for o caso”.


O que quis nos ensinar o Espírito, foi que as enfermidades que nos acometem enquanto encarnados vêm de nosso Espírito, já que ele precede o corpo. Sendo assim, se a doença nos faz companhia nessa vida, fica claro para nós que estudamos o Espiritismo, que trata-se de uma dívida que carregamos para este lado da vida. Sendo assim, o remédio espiritual para tal enfermidade, nesse caso em específico, é a nossa velha conhecida Reforma Íntima. Excluindo que tal patologia seja um “sintoma” de uma mediunidade a ser desenvolvida, após o reequilíbrio e a busca séria pela melhoria, pode-se sim exercer os trabalhos mediúnicos inerentes a todos os encarnados, desde que assim deseje.

Prossegue-se no mesmo livro mencionando que há casos em que a epilepsia vem como resultado de uma obsessão, segundo Divaldo, “ocorrência mais comum se dá quando o epiléptico sofre a carga obsessiva simultaneamente, graça aos gravames do passado, em que sua antiga vítima se investe da posição de cobrador, complicando-lhe a enfermidade então com caráter misto”.

Portanto, entende-se que a Reforma Íntima e o reconhecimento de um processo obsessivo são os remédios contra a enfermidade chama epilepsia, devendo o encarnado buscar auxílio, melhoria interna e estudo, pois são eles que, em conjunto com a medicina terrena, irão livrá-lo do sofrimento advindo da patologia.

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