Tópicos

O Autismo explicado pelo Espiritismo

Atualizado: 24 de ago.


Rafaela Paes de Campos

Publicação original: 06 de outubro de 2017.

Última atualização: 24 de agosto de 2022.


Inicialmente, cabe inserir como uma primeira informação acerca do tema, o que demonstra o Capítulo VIII do livro A Gênese, no item intitulado “Alma da Terra”:


O desenvolvimento orgânico está sempre em relação com o desenvolvimento do princípio intelectual; o organismo se completa à medida que as faculdades da alma se multiplicam; a escala orgânica segue, constantemente, em todos os seres, a progressão da inteligência, desde o pólipo até o homem; e isso não poderia ser de outro modo, uma vez que é necessário, à alma, um instrumento apropriado à inteligência das funções que ela deve cumprir” (KARDEC, 2012, p. 153).


Acerca do autismo, conceitualmente pode-se explicar que se trata de um “distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e interação social, padrões de comportamento repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades” (SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ, s.d., on-line).


Diante de tais lições, passa-se a compreender que as razões que ensejam que um Espírito encarne como uma pessoa autista são as mais variadas.


Pode-se citar, como um primeiro exemplo, um Espírito que encarne em uma determinada família tendo previamente combinado ser portador de uma deficiência, seja ela qual for, a fim de, pura e simplesmente, ensinar àqueles que precisam aprender a praticar as leis do amor (O MUNDO EXTRAFÍSICO, 2014, on-line).


Ademais, tem-se que, conforme informações da Espiritualidade, “a doença é um autoisolamento do espírito. Por reiterados choques contra as leis divinas em vidas passadas, ele acab