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Não Temas a Tempestade

Ainda que lhe ofusquem a visão, jamais censurarão a sensibilidade de suas mãos.


Ante a constância da vida, da fluência deste rio perene no qual banhamos o nosso corpo para que lavemos a nossa própria alma, o término das coisas é vertido invariavelmente em recomeço.


Logo, sob o dilúvio das imprevisibilidades inerentes à sua existência, faça da queda o reforço dos passos; e não tema as tempestades: elas alimentam o solo que sustenta o seu espírito reedificado.

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