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O Espiritismo, o Aborto e a sua Descriminalização



Em O Livro dos Espíritos, obra básica da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec temos os seguintes esclarecimentos acerca do aborto, das questões 357 a 359. A seguir reproduziremos as questões que são encontradas na obra básica. A tradução utilizada é de Guillon Ribeiro, edição da editora Letra Espírita:


357. Que consequências tem para o Espírito o aborto?

“É uma existência nulificada e que ele terá de recomeçar.”


358. Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?

“Há crime sempre que transgredis a Lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, pois isso impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”


359. Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?

“Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.”


Resta de forma inequívoca a interpretação doutrinária de que o Espiritismo posiciona-se, como Doutrina, a favor da vida e de forma contrária a prática do aborto, sendo o mesmo considerado plausível tão somente em caso de perigo de vida para a mãe.


Quanto a descriminalização do aborto o posicionamento do Movimento Espírita é igualmente contrário, por entender que a vida começa no ato da concepção. Desde o primeiro instante há um Espírito ligado aquele embrião e que nenhum planejamento reencarnatório é por acaso.


O Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, com intuito de conscientizar acerca da questão disponibiliza o livreto Respeitemos a Vida: Aborto, Não! e a cartilha Em Defesa da Vida, acerca do tema, que podem ser visualizados clicando nas imagens abaixo.



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