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Recordações de Um Quase Morto - Resenha


Luana Oliveira

Lançamento: Novembro de 2021;

Páginas: 208 páginas, distribuídas em 30 capítulos;

Autor: Umberto Fabbri (pelo espírito de Gabriel Fernandes), sendo ele natural de São Paulo-SP, bacharel em administração de empresas e mestrado em marketing, Escritor, orador e educador, com obras sendo agora publicadas também em inglês e espanhol.


A obra de Umberto Fabbri nos apresenta a um tema que certamente o deixará curioso em saber mais. Um grande tema com assuntos sérios feitos por vários estudiosos, que buscam entender o processo que ocorre após a morte, clinicamente falando, apenas cerebral. Ao longo de centenas de estudos realizados durante anos, relatando casos de pessoas que passaram por uma experiência de EQM (experiência de quase morte). Nesta obra, mais precisamente, o autor em trabalho com espírito de Gabriel Fernandes, nos faz refletir sobre qual seria o principal objetivo por trás de tal experiência, ou, melhor dizendo: Seria então uma segunda chance a experiência de quase morte? Chance de rever como temos conduzido nossa vida até este ponto, atentar-se mais detalhadamente como está sendo nossa caminhada evolutiva aqui na Terra?


Acredito que cada um interprete de uma maneira, dependendo logicamente do estágio da vida e estado de cada indivíduo neste plano físico, podendo essa chance ser motivo de alegria, ou podendo ser motivo de tristeza, ou como para o personagem principal, Enzo, que passa por uma experiência de EQM, desenvolve uma breve curiosidade sobre assuntos espirituais, nos quais ele é livre para fazer suas escolhas. Tais assuntos são logo descartados e ele acaba voltando à vida habitual e ainda intensificando seus vícios mais materialistas, ignorando os conselhos que recebeu dos bons espíritos e dos familiares. A cada página, vemos que ainda assim a vida o leva para o caminho do esclarecimento, em busca de que seus erros possam ser corrigidos, por meio de provas necessárias para o seu aprimoramento, pois como diz um pequeno trecho no capítulo 16, página 110: “– Dentro das minhas acanhadas possibilidades, procurava retribuir o carinho, por vezes com extremado esforço, porque logo percebi o quanto era HERDEIRO DE EXERCÍCIOS EQUIVOCADOS, ao manter uma existência completamente voltada para os interesses objetivos no planeta sendo um materialista convicto.”, ou seja, colhemos o que plantamos, todo vicio adquirido nesta, ou na outra vida, um dia terá de ser reparado, e desta forma caminhamos para a nossa evolução.


Ainda na obra, podemos entender sobre um tema importante a ser estudado e muito necessário, o suicídio inconsciente e os laços de família, que só se fortificam com o tempo e jamais ao contrário, e para os leitores que quiseram se aprofundar no tema, o autor deixa algumas dicas ao longo da leitura.


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