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É POSSÍVEL SER FELIZ SOZINHO


Carla Silvério


Quando em fala em viver sozinho ou em estar sozinho, imediatamente vem à mente a palavra solidão.


Mas, qual o conceito correto de solidão? Devemos entendê-la como sendo algo absolutamente prejudicial?


A solidão não dever ser vista apenas sob o ponto de vista negativo. Há muita utilidade e necessidade ao desenvolvimento saudável do ser humano, inclusive em seu aspecto espiritual da existência.


Quando entendida pela ótica da edificação do ser humano, a solidão se transforma em solitude e contribui sobremaneira para a edificação e evolução do Espírito.


O “estar solitário” representa grande patrimônio do homem. Como Espíritos em marcha evolutiva, todos nós somos criaturas solitárias. O caminho é percorrido de forma individual e assim também considerado em relação aos méritos e equívocos vivenciados.


Para um desenvolvimento sadio da personalidade se faz necessário desfrutar de momentos de solitude, justamente para que se consiga o contato consigo e o conhecimento íntimo de si.


Ensina-nos Joana de Ângelis que é no silencio da solitude que se pode encontrar a Deus.


Deve-se buscar a solidão da solitude para autoconhecimento, cuidado consigo mesmo, com a mente.


Leituras edificantes, meditações, o exercício da prece, como também momentos de lazer são fundamentais para desfrutar da companhia de si mesmo.


No silêncio da solitude, buscamos, ainda, a identificação do “Eu”.